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Última morte causada por dengue em Divinópolis foi há dois anos




O resultado do último Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), divulgado na terça-feira (9), pela Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis chamou novamente a atenção para os casos de dengue, zika e até chikungunya.

O alto índice de infestação na cidade, que agora é de 6,5%, pode se tornar um problema, caso ocorra uma epidemia. A última morte por uma doença transmitida pelo Aedes aegypti na cidade ocorreu em 2016.

De acordo com o órgão de saúde, é nessa época do ano que o mosquito toma as casas e a proliferação se espalha com maior facilidade. As chuvas e a umidade relativa do ar contribuem para o aumento nos casos. No último LIRAa, os agentes de saúde visitaram 4.892 lares. Dos registros de focos do mosquito, 94% estavam nas residências.

Comum no período das chuvas, por conta da alta umidade relativa do ar, o mosquito se reproduz facilmente em pequenas poças, garrafas e vasilhas. Dados da Vigilância em Saúde mostram que, 39,6% dos focos estão em recipientes passiveis de remoção, como baldes, garrafas, latas, recipientes de plásticos e pneus. Outros 29,3% dos focos foram encontrados em depósitos móveis como: pratos e vasos de plantas; pingadeiras e bebedouros de animais e plantas aquáticas.


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