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Eleito presidente do Cruzeiro Sérgio Rodrigues define primeiras ações




Tão logo foi eleito presidente do Cruzeiro nesta quinta-feira para o mandato de sete meses, entre 1º de junho e 31 de dezembro, o advogado Sérgio Santos Rodrigues informou que suas primeiras ações serão pagar os salários de funcionários e jogadores e também uma dívida na Fifa, de R$ 11 milhões, que vence em 29 de maio. Ela é relativa à compra do atacante Willian Bigode ao Zorya FC, da Ucrânia, em 2014.

Se não honrar esse compromisso, o Cruzeiro pode ser novamente punido pela entidade maior do futebol. Esta semana, o clube já foi penalizado com a perda de seis pontos na Série B de 2020 pelo não pagamento, no dia 18, de 850 mil euros ao Al-Wahda, dos Emirados Árabes, referentes ao empréstimo do volante Denilson, em 2016.

Sérgio Rodrigues revelou, logo depois da votação, que tem discutido com conselheiros e empresários meios de conseguir recursos imediatos para colocar os salários em dia e fazer o depósito ao clube ucraniano.

O elenco do Cruzeiro está com dois meses de salários atrasados, mesmo diante da redução considerável da folha em relação à temporada passada. Os funcionários estão com um vencimento pendente.

“Na semana que vem nós vamos pagar o salário que está atrasado, isso é uma coisa que já está no nosso pensamento, não só dos funcionários, mas como dos jogadores e, também, começar o planejamento para o acesso à Série A”, disse Sérgio Rodrigues sobre os salários.

Embora considere praticamente irreversível a pena aplicada ao Cruzeiro pela Fifa, com a perda de seis pontos na Série B, pelo não pagamento do empréstimo de Denílson, Sérgio Rodrigues adiantou que buscará um diálogo com as instituições do futebol para tentar reverter o quadro.

“A gente já conversou com alguns conselheiros aqui hoje, já temos reuniões marcadas e também não desistimos de tentar recuperar os pontos perdidos de alguma forma, vamos tentar de tudo. Nós temos que explicar, temos certeza que a Fifa, a CBF e os outros clubes vão entender que o Cruzeiro foi vítima (das gestões anteriores) e sendo vítima ele não poderia ser penalizado duplamente”, agregou.


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