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Justiça dá prazo para Cruzeiro pagar quase R$ 30 milhões em dívidas com Fazenda Nacional




O Cruzeiro tem cinco dias para pagar R$ 29.868.276,03 em dívidas com a Fazenda Nacional. É o prazo determinado pela Justiça Federal de Minas Gerais em decisão tomada pela juíza Cristiane Miranda Botelho, da 25ª Vara Federal de Execução Fiscal. O tempo começa a contar a partir do momento em que o clube celeste for citado judicialmente.

Caso o Cruzeiro não pague a dívida no prazo estabelecido, a juíza determinou que bens do clube sejam penhorados. A Raposa poderá apresentar os imóveis aptos para serem entregues à Justiça. No entanto, o clube celeste tem 30 dias úteis para questionar a decisão judicial e entrar com embargos à execução.

Se mesmo após ser notificado, o Cruzeiro não quitar a dívida de R$ 29,8 milhões e sequer apresentar imóveis para serem penhorados, a Justiça poderá requerer o bloqueio das contas do clube. Caso não haja valor suficiente, veículos que estiverem em nome da instituição serão colocados na lista de bens confiscáveis para o pagamento dos débitos.

Imposto de Renda não recolhido

Na semana passada, a Justiça Federal endereçou ao Cruzeiro a execução da dívida de R$ 7.476.013,90 que o clube possui com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pelo não recolhimento de Imposto de Renda.

No mesmo dia, o presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues, se posicionou sobre o assunto reconhecendo o débito. O mandatário se mostrou tranquilo quanto à situação e disse que vai negociar com a União. “O Cruzeiro não foi citado no referido processo. E quando a gente for citado, haverá prazo para recurso. Já fizemos contato com os nossos advogados, a gente vai à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para sentar, parcelar e conversar sobre todos esses débitos”, frisou.

“A gente quis fazer isso (entrar em contato com a Fazenda Nacional para negociar as dívidas tributárias). Só não fizemos por causa da pandemia. Mas vamos sentar e resolver. Torcida, não precisa criar pânico”, acrescentou.

Sérgio Rodrigues ressaltou ainda que o erro foi cometido entre janeiro e fevereiro de 2019, ou seja, durante a gestão anterior, comandada por Wagner Pires de Sá. Na ocasião, o presidente disse que a diretoria estudava processar os ex-dirigentes por apropriação indébita.


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