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LIRAa aponta duas regiões de Divinópolis com alto risco de epidemia de dengue




A Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis divulgou na tarde desta quinta-feira (12) o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa) de 2017. O trabalho foi realizado de dois a seis de janeiro e apontou risco médio de epidemia de dengue em Divinópolis. 

Os agentes de saúde visitaram 4.922 imóveis em uma semana. Como de costume, 94% dos focos foram encontrados nas residências, e o restante, em lotes vagos. O índice de infestação na cidade foi de 3,1%, o que se considerado risco médio. No entanto, as regiões Central e Nordeste apresentaram alto risco.

A Região Central, que reúne bairros como Dom Pedro II, Esplanada, Porto Velho, Sidil está com o maior índice de infestação: 5,37%. Já a Nordeste, que engloba o Centro Industrial, Danilo Passos, Espírito Santo, Icaraí, Itaí, Lagoa dos Mandarins, Manoel Valinhas, Niterói e São Luiz, ficou com 5,33%, também com alto risco de infestação.

De acordo com o levantamento, a região Norte registrou 3,6% e a Oeste 2,7%, apresentando risco médio. Já a Sudeste e a Sudoeste foram as regiões de menores índices: 1,63% e 1,48%, respectivamente.

O levantamento revelou o percentual onde os focos se encontraram. Conforme o LIRAa, os depósitos fixos como sanitários em desuso, calhas, lajes, piscinas, caixas de passagem, ralos e fontes ornamentais tiveram o maior volume de focos encontrado atingindo 30,2%. Já os depósitos móveis como vasos/pratos de planta e bebedouros de animais registraram 26,2%.

Em resíduos sólidos urbanos como plásticos, garrafas, latas, sucatas e entulho, o percentual foi de 18,6 %. Já os depósitos para consumo doméstico como caixa d’água, tambor e tanque representaram 16,9 %, e os pneus, outros 8,1%.


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