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Pezzolano será apenas o quarto técnico estrangeiro da história do Cruzeiro




Paulo Pezzolano, novo treinador do Cruzeiro, nascido em Montevidéu, capital do Uruguai,  ex-jogador de 38 anos será o quarto técnico estrangeiro da história do clube celeste, que já foi comandado pelo também uruguaio Ricardo Díez, pelo argentino Filpo Nuñez e pelo português Paulo Bento.
Pezzolano assumiu o cargo que antes era ocupado por Vanderlei Luxemburgo, demitido no dia 28 de dezembro após reformulação com a chegada de Ronaldo à Toca II. O Fenômeno comprou 90% das ações da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), constituída no mês passado.

Apesar de um longo histórico com atletas internacionais, o Cruzeiro não tem tradição com técnicos ‘gringos’. O clube teve treinadores estrangeiros apenas durante curtos períodos nos anos 1950, 1970 e 2010. Veja os detalhes de cada passagem nos tópicos abaixo.

Ricardo Díez

Ricardo Díez foi o primeiro estrangeiro a comandar o Cruzeiro, por onde passou em 1953
foto: Reprodução

Ricardo Díez foi o primeiro estrangeiro a comandar o Cruzeiro, por onde passou em 1953

A primeira experiência do Cruzeiro com um técnico estrangeiro ocorreu em 1953, quando o clube foi comandado por Ricardo Díez, que nasceu em Rivera, no Uruguai. Ele obteve cinco vitórias, três empates e cinco derrotas em sua curta passagem de 13 jogos. 
Além da Raposa, Díez trabalhou em diversos outros clubes do futebol brasileiro, onde atuou por quase 30 anos. Curiosamente, seu principal trabalho é no rival Atlético, onde foi bicampeão mineiro (1949 e 1954) e ‘Campeão do Gelo’ (1950). 
O treinador uruguaio morreu em abril de 1971, aos 71 anos, em Belo Horizonte, após passar a maior parte de sua vida no Brasil. 

Filpo Nuñez

Filpo Nuñez é o técnico estrangeiro com mais jogos pelo Cruzeiro, clube que treinou durante 30 jogos
foto: Reprodução

Filpo Nuñez é o técnico estrangeiro com mais jogos pelo Cruzeiro, clube que treinou durante 30 jogos

Filpo Nuñez é o treinador estrangeiro com mais jogos pelo Cruzeiro. O argentino, natural de Buenos Aires, teve duas passagens pelo clube: a primeira, que durou 18 jogos, em 1955, e a segunda, que durou 12, em 1970. Ao todo, obteve 12 vitórias, sete empates e 11 derrotas pela Raposa.
Durante esta segunda passagem na Toca, ele comandou alguns dos maiores ídolos da história celeste: Dirceu Lopes, Tostão, Piazza, Natal e Raul. Foi neste trabalho que implementou seu desacreditado ‘Carrossel’, onde a equipe que jogaria sem posições fixas com todos os jogadores trocando de posição. 
Após não conseguir fazer o esquema tático cair no gosto popular e ser criticado pelas grandes alterações no time, acabou sendo demitido. Posteriormente, a formação alcançaria grande sucesso durante a Copa do Mundo de 1974, quando foi utilizada pela Seleção Holandesa do famoso ‘Carrossel Holandês’. 
Nuñez morreu na cidade de São Paulo em março de 1999, aos 78 anos. Ele é tio do treinador Eduardo Coudet, ex-Internacional, e que atualmente comanda o Celta de Vigo, da Espanha. 

Paulo Bento

Paulo Bento foi o terceiro técnico estrangeiro do Cruzeiro, onde esteve entre maio e julho de 2016
foto: Pedro Vilela/Light Press/Cruzeiro

Paulo Bento foi o terceiro técnico estrangeiro do Cruzeiro, onde esteve entre maio e julho de 2016

O único europeu a comandar o Cruzeiro foi o português Paulo Bento, que chegou à Toca da Raposa em maio de 2016 após passagens por Sporting e Seleção Portuguesa, onde participou da Eurocopa, em 2012, e da Copa do Mundo, em 2014. 
Apesar da grande experiência internacional, Bento não durou muito em Belo Horizonte, sendo demitido em julho do mesmo ano. Nas 17 partidas que comandou o clube ele conseguiu seis vitórias, três empates e oito derrotas, tendo um aproveitamento de 41,18%.
Ele deixou o Cruzeiro pressionado após maus resultados no Campeonato Brasileiro. Naquele momento, o time estava na zona de rebaixamento, ocupando a 19ª posição da tabela. 
Após a demissão, o técnico voltou à Europa, onde treinou o Olympiacos, da Grécia. Depois de uma breve passagem pelo futebol chinês, assumiu a Seleção da Coreia do Sul em agosto de 2018, onde permanece até hoje.

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